Aqui está a tradução em português:

Abril de 2026
Este estudo realizado pela Dedicated para a XLoveCam tem como objetivo analisar as perceções, usos e atitudes dos belgas com 18 anos ou mais face à inteligência artificial nas esferas íntima, emocional e sexual.
O estudo revela uma adoção ainda minoritária, mas real, da IA em contextos sentimentais ou sexuais, com diferenças significativas consoante a idade, o género e a região. Os resultados mostram também que a IA suscita tanto curiosidade como resistência, sobretudo no que diz respeito às relações humanas, fidelidade, solidão e proteção de públicos vulneráveis.
Total (N=1000)
Prefiro não responder: 1%
Não, nunca: 74%
Sim, várias vezes: 17%
Sim, uma vez: 8%
👉 Total sim: 25%
Género
Mulheres (N=512): 1% prefere não responder, 76% nunca utilizaram IA neste contexto, 16% utilizaram várias vezes e 7% uma vez.
👉 Total sim: 23%
Homens (N=488): 2% preferem não responder, 71% nunca utilizaram IA neste contexto, 17% utilizaram várias vezes e 10% uma vez.
👉 Total sim: 27%
Idade
18–34 anos (N=261): 2% preferem não responder, 57% nunca utilizaram IA neste contexto, 27% utilizaram várias vezes e 14% uma vez.
👉 Total sim: 41%
35–54 anos (N=323): 1% preferem não responder, 72% nunca utilizaram IA neste contexto, 18% utilizaram várias vezes e 9% uma vez.
👉 Total sim: 27%
55+ (N=416): 1% preferem não responder, 85% nunca utilizaram IA neste contexto, 10% utilizaram várias vezes e 4% uma vez.
👉 Total sim: 14%
Região
Flandres (N=583): 1% preferem não responder, 73% nunca utilizaram IA neste contexto, 16% utilizaram várias vezes e 10% uma vez.
👉 Total sim: 26%
Bruxelas (N=104): 1% preferem não responder, 66% nunca utilizaram IA neste contexto, 21% utilizaram várias vezes e 12% uma vez.
👉 Total sim: 33%
Valónia (N=313): 0% preferem não responder, 77% nunca utilizaram IA neste contexto, 18% utilizaram várias vezes e 5% uma vez.
👉 Total sim: 23%
A adoção continua limitada, mas não é marginal.
Os jovens utilizam quase três vezes mais do que os mais velhos.
A diferença é moderada, mas real.
As zonas urbanas parecem mais abertas.
Não se trata apenas de uma experiência pontual.
Total (N=1000)
Não: 66%
Sim, mas com cautela: 27%
Sim, sem hesitação: 7%
👉 Total sim: 34%
Género
Mulheres: 28% sim
Homens: 39% sim
A maioria rejeita a ideia.
Os homens mostram-se mais recetivos a curto prazo.
A abertura diminui com a idade.
👉 Sim: 38%
👉 Não: 50%
A maioria não acredita.
As mulheres tendem a considerar essa possibilidade mais plausível.
Os mais jovens normalizam mais esta ideia.
👉 Confortável: 12%
👉 Desconfortável: 79%
👉 A rejeição continua muito elevada.
👉 A IA ainda é vista como uma ferramenta, não como um parceiro.
👉 Sim: 22%
👉 Não: 78%
👉 O uso continua minoritário, mas existe um nicho real.
👉 Homens e jovens são os mais abertos.
👉 Sim: 52%
👉 Não: 48%
👉 Tema muito divisivo, com uma ligeira maioria a considerar infidelidade.
👉 Sim: 26%
👉 Não: 74%
👉 Forte resistência, sobretudo entre as mulheres.
👉 O uso de IA no casal ainda é visto como problemático.
👉 Sim: 26%
👉 Não: 50%
👉 Opiniões divididas, com uma ligeira maioria negativa.
👉 Os mais jovens são claramente mais abertos.
👉 Sim: 51%
👉 Não: 24%
👉 A preocupação com o aumento da solidão é generalizada.
👉 Particularmente forte entre os jovens e em Bruxelas.
As preocupações são sobretudo sociais, psicológicas e relacionais. Os inquiridos temem menos a tecnologia em si do que os seus efeitos nas relações humanas, na saúde mental e nos grupos vulneráveis.
Um estudo realizado pela Dedicated
CITAR COMO SEGUE:
"Estudo Dedicated para XLoveCam realizado em abril de 2026 através de um inquérito online autoaplicado a uma amostra representativa de 1.000 belgas com 18 anos ou mais."